Logotipo
Contactos
Agrupamento de Escolas de Vouzela, Bairro da Senra 3670-257 Vouzela
232728331

Oferta Formativa

Consulte informações sobre a oferta formativa

Documentos

Consulta e download de documentos e formulários.

Legislação

Consulte a legislação em vigor


PLATAFORMA MOODLE

Plataforma Moodle do CFAE


 

 ♦ Avalie as suas competências digitais com a Academia Portugal Digital

A Academia Portugal Digital disponibiliza uma ferramenta de autoavaliação que permite aos docentes conhecer e refletir sobre o seu nível de competências digitais baseado no DigComp, o quadro europeu de referência. O teste abrange cinco áreas de competência, com 20 perguntas por área, e demora apenas cerca de 5 minutos a completar. Esta autoavaliação permite identificar o seu nível atual de proficiência digital e apoiar o seu desenvolvimento profissional, contribuindo para uma integração mais eficaz do digital nas práticas pedagógicas. Participe e descubra o seu nível de competências digitais em:

https://academiaportugaldigital.pt

 

Após realizar a autoavaliação, convidamos todos os docentes a partilhar o seu nível global de competências digitais com o CFAECDL. Esta informação é fundamental para apoiar o diagnóstico das necessidades formativas e planear ações de formação mais ajustadas. Registe os seus resultados através do formulário disponível em:

https://forms.gle/TwxqsMQ7a5zabkMC6

 

DIVULGAÇÃO

351

Mais leitura, mais escrita, mais mundo

Curso

 

25,0 horas

 

Presencial

 

Professores dos GR 110, 200, 210, 220, 910

No AE da maioria dos formandos

Diversos estudos parecem corroborar a ideia de que todos os cidadãos precisam de desenvolver um conjunto de saberes básicos que lhes permita responder adequadamente aos desafios colocados pela globalização e pelas economias baseadas na informação e no conhecimento, destacando-se, além da ética e da ...
Ler mais Ler menos

Ref. 217Leitura_T1 Inscrições abertas até 18 de Dezembro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-142009/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 11 de Janeiro de 2027

Fim: 17 de Maio de 2027

Regime: Presencial

Local: No AE da maioria dos formandos

Destinatários

Professores dos GR 110, 200, 210, 220, 910

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos GR 110, 200, 210, 220, 910. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos GR 110, 200, 210, 220, 910.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Diversos estudos parecem corroborar a ideia de que todos os cidadãos precisam de desenvolver um conjunto de saberes básicos que lhes permita responder adequadamente aos desafios colocados pela globalização e pelas economias baseadas na informação e no conhecimento, destacando-se, além da ética e da tecnologia, a leitura e a escrita (Silva, 2009, 2014), cuja aquisição e aperfeiçoamento acontecem quase exclusivamente em contexto escolar. Se, por um lado, “saber ler” e “saber escrever” impõem-se como competências transversais e de participação social, por outro, tão grande importância não corresponde a (tão) fácil aprendizagem e domínio, como, aliás, têm vindo a demonstrar testes internacionais como o PISA e o PIRLS ou, entre nós, os relatórios relativos ao Diagnóstico da Fluência Leitora e às provas ModA. Ora, sendo processos não lineares, que requerem a ativação e a mobilização de vários conhecimentos, devem ser criadas efetivas oportunidades para envolver os alunos, o que em muito passa pelo incremento da sua auto-implicação para essas duas áreas da Língua. É nesse sentido que também apontam as inúmeras propostas de leitura e de escrita lúdico-criativa (Borges & Pereira, 2011; Filipe & Leão, 2005), as quais, apesar da sua propensão marcadamente libertadora e afetiva, não obstam a que, se houver orientação e reflexão conjuntas, se desenvolvam projetos mais significativos, articulando processos de ensino mais explícitos com processos de fruição e de experienciação mais lúdica e criativa (Pereira & Cardoso, 2013).

Objetivos

*Analisar os documentos curriculares em vigor (PASEO e AE), nomeadamente quanto à leitura e à escrita, em geral, e à leitura e escrita lúdico-criativas, em particular; *Refletir sobre (novas) dinâmicas de trabalho conducentes ao desenvolvimento do gosto dos alunos pela leitura e pela escrita; *Conhecer estratégias de leitura e de escrita lúdico-criativas, analisando criticamente cenários e/ou situações para a sua mobilização contextualizada; *Modelizar recursos para integrar dispositivos de intervenção pedagógica, articulando as áreas da leitura e da escrita.

Conteúdos

1. Os desafios contemporâneos e a dimensão social da leitura e da escrita (1h30) 2. A leitura e a escrita à luz do PASEO e das AE de Português do Ensino Básico: análise dinâmica dos normativos legais (1h30) 3. Os contributos da leitura e da escrita lúdico-criativa para o desenvolvimento do gosto por ler e escrever (15h) 3.1 O que se entende por leitura e escrita lúdico-criativa? 3.2 Estratégias promotoras de (mais) leitura 3.3 “Aceleradores” de escrita e estratégias facilitadoras de “por em texto” 3.4 Os RED de acesso livre e a IA na promoção do gosto por ler e escrever 3.5 Integração da leitura e dos registos escritos em circuitos de comunicação: desafios e mais-valias 4. Modelização de recursos para integrar (futuros) dispositivos de intervenção pedagógica, articulando as áreas da leitura e da escrita (5h30) 5. Reflexão sobre o trabalho desenvolvido (1h30)

Metodologias

A ação desenvolver-se-á na modalidade de Curso, articulando uma dimensão de natureza mais expositiva (isto é, de disponibilização de conteúdos de referência e de leitura orientada de textos de natureza científica e normativa) com uma dimensão prática (experienciação de situações concretas no contexto das sessões presenciais, sendo utilizados diversos recursos físicos e digitais). Relativamente às exposições teóricas far-se-ão com o recurso a suportes audiovisuais e a textos previamente selecionados, mas assumindo uma metodologia dialógica e de interação permanentes entre formador e formandos. Por seu lado, a componente prática, de natureza mais dinâmica, assentará na partilha de experiências e diversos recursos/dispositivos de intervenção e na experienciação de cenários de ensino e de aprendizagem concretos no âmbito do ensino da Escrita e na correlativa reflexão com os formandos. O encerramento do Curso contemplará uma reflexão conjunta acerca do trabalho desenvolvido

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios de avaliação serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens:  Participação nas sessões; Trabalhos realizados nas sessões; Reflexão crítica, individual, sobre a formação vivenciada.

Bibliografia

Desmurget, M. (2024). Ponham-nos a ler! A leitura como antídoto para cretinos digitais. Lisboa: ContrapontoDrake, S. (1998). Creating Integrated Curriculum: Proven Ways to Increase Student Learning. Thousand Oaks, CA: Corwin PressHarper, G. & Kroll, J. (Eds.) (2008). Creative writing studies: practice, research and pedagogy. CA: Multilingual MattersJakobs, E. & Perrin, D. (2014). Handbook of writing and text production. CA: De Gruyter MoutonPereira, L. A. (2008). Escrever com as crianças. Como fazer bons leitores e escritores. Para crianças dos 0 aos 12 anos. Porto: Porto Editora


Observações

Calendário 11 de janeiro - 17h - 20h30 15 de fevereiro - 17h - 20h 01 de março - 17h - 20h 15 de março - 17h - 20h 05 de abril - 17h 20h 19 de abril - 17h - 20h 03 de maio - 17h - 20h 17 de maio - 17h - 20h30


INSCREVER-ME

Práticas de desenvolvimento curricular apoiadas por tecnologias e recursos digitais

Curso

 

25,0 horas

 

b-learning

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local a definir

A criação desta ação de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias no desenvolvimento curricular das escolas. Com a evolução acelerada da tecnologia e da Inteligência Artificial (IA), torna-se essencial capacitar os ...
Ler mais Ler menos

Ref. 221Prat_Des_Curric_T1 Inscrições abertas até 12 de Fevereiro de 2027 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-142973/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 19 de Fevereiro de 2027

Fim: 21 de Maio de 2027

Regime: b-learning

Local: None

Formador

Marta Pipo Fernandes

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A criação desta ação de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias no desenvolvimento curricular das escolas. Com a evolução acelerada da tecnologia e da Inteligência Artificial (IA), torna-se essencial capacitar os docentes na seleção, criação e avaliação pedagógica de Recursos Educativos Digitais (RED) e na aplicação do quadro DigCompEdu e do SELFIE for Teachers. Esta ação visa dar resposta aos referenciais das políticas educativas e aos planos de inovação digital das escolas, promovendo práticas pedagógicas ativas, inclusivas e adaptadas às exigências da sociedade contemporânea.

Objetivos

• Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais e a IA no desenvolvimento curricular de forma refletida e intencional. • Promover o desenho, experimentação e avaliação de atividades pedagógicas apoiadas por recursos digitais alinhados com o Perfil dos Alunos. • Explorações práticas de ferramentas de avaliação pedagógica com suporte em soluções digitais. • Estimular a reflexão crítica individual sobre a aplicação prática em contexto de sala de aula e a elaboração do portefólio digital.

Conteúdos

Módulo 1: Enquadramento e Diagnóstico Digital (3h - Presenciais) • Quadro europeu DigCompEdu e SELFIE for Teachers: autoavaliação de competências. • Referenciais e políticas educativas para a transição digital. Módulo 2: Metodologias Ativas e Recursos Educativos Digitais (8h - Síncronas • Seleção, criação e edição de Recursos Educativos Digitais (RED). • A Inteligência Artificial (IA) no apoio ao planeamento e diferenciação pedagógica. • Conceção de cenários/atividades de aprendizagem ativa. Módulo 3: Inteligência Artificial na Prática Docente (8h - Síncronas) • Estratégias e ferramentas digitais para avaliação formativa e sumativa. • Experimentação e aplicação das atividades e recursos no contexto real de ensino/escola. Módulo 4: Avaliação Digital e Reflexão (6h - 3h Síncronas + 3h Presenciais) • Apresentação e discussão dos resultados e evidências da aplicação prática em contexto. • Finalização do portefólio e elaboração do Relatório de Reflexão Crítica Individual.

Metodologias

O curso realiza-se em regime b-learning, estruturado em 6 horas síncronas/presenciais e 19 horas assíncronas na plataforma de e-learning (Moodle). Nas sessões síncronas/presenciais abordam-se os referenciais teóricos, demonstrações de ferramentas e debates reflexivos. Nas horas assíncronas, os formandos exploram autonomamente conteúdos e ferramentas na plataforma, realizam e submetem as tarefas práticas, desenvolvem recursos educativos, alimentam o portefólio digital e redigem o relatório de reflexão crítica.

Avaliação

A avaliação dos formandos rege-se pelas disposições legais em vigor e será traduzida numa escala quantitativa de 1 a 10, nos termos das Cartas Circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A classificação final resultará da ponderação dos seguintes critérios: • Participação nas sessões (30%): Nível de iniciativa, autonomia demonstrada, pertinência das intervenções e empenho nas tarefas de caráter presencial. • Produção de trabalhos e/ou materiais (40%): Qualidade técnica e pedagógica, aplicabilidade curricular dos recursos criados e esforço de investigação. • Reflexão crítica (30%): Elaboração de um portfólio individual e reflexivo sobre o percurso e as competências adquiridas na ação.

Bibliografia

• Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital.• Direção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória• Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora• Fullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning.• Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet


Observações

A iniciar previsivelmente no final de fevereiro


INSCREVER-ME

Da tutoria à autorregulação: um caminho com sustentabilidade pedagógica

Curso

 

25,0 horas

 

b-learning

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Local a definir

De acordo com a Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE), uma escola de todos e para todos requer a implementação de estratégias e recursos diferenciados que permitam assegurar o acesso à escolaridade obrigatória e garantir a inclusão e o sucesso de todos os alunos. Esta acessão remete para o ...
Ler mais Ler menos

Ref. 222Tutoria T1 Inscrições abertas até 12 de Fevereiro de 2027 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140407/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 19 de Fevereiro de 2027

Fim: 14 de Maio de 2027

Regime: b-learning

Local: None

Formador

Paula Gracinda Arnaud Monteiro Dias

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

De acordo com a Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE), uma escola de todos e para todos requer a implementação de estratégias e recursos diferenciados que permitam assegurar o acesso à escolaridade obrigatória e garantir a inclusão e o sucesso de todos os alunos. Esta acessão remete para o desenvolvimento de competências nos alunos que lhes permita construir um projeto de vida sustentável e com significância para além dos “muros da escola”. Este desígnio pressupõe (re)equacionar as estratégias e metodologias de trabalho com os alunos e, por outro lado, (re)pensar as formas de organização e de trabalho colaborativo entre os professores (Alves & Cabral, 2017; Alves & Palmeirão, 2019). Nesta linha de pensamento surgem nas medidas de promoção do sucesso educativo, onde as tutorias (estratégia de apoio e orientação pessoal e escolar) estruturam-se como uma medida preconizada pelo Ministério da Educação destinada a prevenir o abandono, o absentismo e a indisciplina, bem como apoiar o desempenho escolar dos alunos com insucesso, no 2.º e 3.º ciclos do ensino básico. Caberá a cada escola se olhar sobre si própria e, percecionar o papel e contributo das tutorias como um fator estruturante para a autorregulação das aprendizagens, incrementando, desse modo, o bem-estar e a adaptação às expectativas académicas e sociais de todos os alunos.

Objetivos

Conhecer e inferir acerca de estratégias de apoio e orientação escolar e pessoal passíveis de serem incorporadas em projetos tutoriais; Promover a capacidade de identificar pontos fortes e fragilidades para a melhoria das práticas educativas tendo por base a transversalidade dos projetos tutoriais e as suas potencialidades de planeamento e apoio curricular transversal; Capacitar os docentes para a tomada de decisões pedagógicas e sócioemocionais concertadas e alicerçadas no apoio tutorial tendo em vista o acompanhamento escolar e pessoal dos tutorandos; Fomentar uma cultura profissional orientada para a reflexão crítica e a melhoria contínua em torno dos projetos tutoriais; Contribuir para o desenvolvimento de comunidades de aprendizagem profissionais que promovam o compromisso coletivo com a aprendizagem, a inovação e a qualidade das práticas educativas adaptadas às necessidades dos alunos.

Conteúdos

1. Tutorial em contexto escolar: conceito e enquadramento legal. 2. A Importância da Tutoria na orientação do processo educativo. 3. Formas Organizativas da Tutoria. 4. Perfil do aluno destinatário. 5. Perfil do tutor: 5.1. Funções / competências; 5.2. Formação; 5.3. Atividades; 5.4. Interação com o diretor de turma, outros docentes, técnicos, famílias e instituições. 6. Campos, contextos e estratégias de intervenção. 7. Plano de ação tutorial: 7.1. Planificação; 7.2. Elaboração de instrumentos de observação e registo; 7.3. Avaliação.

Metodologias

Nas sessões presenciais privilegiar-se-á uma metodologia teórico-prática, combinando momentos de exposição de conteúdos com reflexão participada a partir de tarefas realizadas individualmente e/ou em grupo. Na componente teórica, seguir-se-á uma metodologia centrada na transmissão de conteúdos estruturantes e na leitura de textos de natureza científica e normativa, recorrendo-se a metodologias ativas e de interação interpessoal. Na componente prática, privilegiar-se-á uma dinâmica de natureza interativa, centrada na partilha e reflexão, em pequeno grupo e/ou pares, sobre os conteúdos e materiais selecionados, potencializando-se interações reflexivas e dialógicas. Na última sessão será apresentado por cada formando o seu "Plano de Ação Tutorial", seguindo-se um momento de debate em plenário em torno de cada tarefa desenvolvida (potencialidades e desafios em contexto escolar). Presencial/b-learning: Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo. Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar em práticas tutoriais.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos, de acordo com os critérios de avaliação em uso na entidade formadora. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo a planificação de um Plano de Ação Tutorial concebido no âmbito da formação e validado por todos os intervenientes.

Bibliografia

Baudrit, A. (2009). A Tutoria. Riqueza de um Método Pedagógico. Porto: Porto EditoraBaudrit, A. (2009a). A Tutoria em Diferentes Domínios: Situação Actual e Pistas Possíveis a Explorar. In Ana Simão, Ana Caetano e Isabel Freire (org.). Tutoria e Mediação em Educação. Lisboa: Educa e AutoresCarvalhal, A. (2009). Estudo Acompanhado e Tutoria: Representações de Pais e Professores do 1º Ciclo (tesepolicopiada). Aveiro: Universidade de Aveiro. In http://ria.ua.pt/bitstream/10773/1068/1/2010000578.pdfDGE. Tutoria em meio escolar – Metodologia de intervenção com alunos e alunas promovida por professores titulares. In https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EPIPSE/tutorias_tutal_manual_1.pdfRoldão, M. C. (2007). O Director de Turma e a Gestão Curricular. In A Turma como Unidade de Análise (Nº 1). Évora: Universidade de Évora/ CIEP. In http://www.ciep.uevora.pt/publicacoes/CadOAE/n01/cadOAE1.pdf



INSCREVER-ME

Expressão Dramática e transdisciplinaridade na prática pedagógica - Nível I

Curso

 

25,0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Grupos 100 e 110

Local a definir

A ação de formação “Expressão Dramática e transdisciplinaridade na prática pedagógica - Nível I” responde à necessidade de reforçar o lugar da educação artística na educação de infância e no 1.º ciclo, em articulação com os documentos curriculares nacionais e com as Aprendizagens Essenciais para a ...
Ler mais Ler menos

Ref. 223Exp_Dram_T1 Inscrições abertas até 12 de Fevereiro de 2027 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140365/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 19 de Fevereiro de 2027

Fim: 20 de Maio de 2027

Regime: Presencial

Local: None

Formador

Maria Adelaide Batista Oliveira da Silva

Destinatários

Professores dos Grupos 100 e 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A ação de formação “Expressão Dramática e transdisciplinaridade na prática pedagógica - Nível I” responde à necessidade de reforçar o lugar da educação artística na educação de infância e no 1.º ciclo, em articulação com os documentos curriculares nacionais e com as Aprendizagens Essenciais para a Expressão Dramática. Ao centrar-se no contributo da expressão dramática para o desenvolvimento global das crianças e dos alunos, a ação promove uma educação integral, favorecendo competências cognitivas, sociais, emocionais e criativas, em consonância com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Assim, num contexto escolar marcado pela diversidade e pela complexidade dos desafios educativos, torna-se essencial disponibilizar aos docentes, estratégias que apoiem a integração do corpo, da voz, do espaço, da construção de personagem, da improvisação e da dramatização em percursos de aprendizagem significativos, adequados a diferentes idades e ritmos. A expressão dramática afirma-se, assim, como um recurso pedagógico privilegiado para potenciar a participação ativa, a cooperação e a comunicação, reforçar práticas inclusivas e sustentar ambientes de aprendizagem mais motivadores e diferenciados.

Objetivos

1. Analisar o contributo da expressão dramática para o desenvolvimento global das crianças e alunos, articulando-o com as Aprendizagens Essenciais e referenciais curriculares, com particular atenção à educação de infância e 1.º ciclo. 2. Experimentar e aprofundar corpo, voz, espaço, personagem, improvisação e dramatização, através de jogos e exercícios dramáticos, ajustando-os a idades e níveis de desenvolvimento dos grupos de crianças/alunos. 3. Planificar e implementar propostas dramáticas simples como recurso pedagógico transdisciplinar, em articulação inicial com Português, Estudo do Meio, Matemática, etc… com atenção à adequação ao contexto da turma.

Conteúdos

Módulo 1 –Fundamentos e enquadramento (6h) Apresentação do formador, dos formandos e do curso de formação. Educação artística e Expressão Dramática na educação de infância e 1.º ciclo: enquadramento curricular (PEEA, Aprendizagens Essenciais, Perfil dos Alunos); expressão dramática vs. teatro; jogo dramático; funções lúdica, expressiva, social e cognitiva. Leitura orientada; breve reflexão escrita sobre o papel da ED na prática pedagógica atual. Módulo 2 – Corpo, espaço e movimento (7h) Exercícios de aquecimento, jogos de concentração, confiança, cooperação e foco; corpo e movimento/gesto/objetos; representação/arquitetura corporal; relação corpo–espaço; dinâmicas de grupo. Planificação/realização de uma atividade prática, escolha de 1–2 jogos com o grupo-turma; registo (texto, foto sem identificação ou áudio) e reflexão sobre implicações/vantagens para o trabalho com crianças/alunos e sobre o comportamento destes. Módulo 3 – Voz, palavra, personagem e narrativa (7h) Atividade prática de respiração, projeção, dicção; exploração da voz em diferentes situações comunicativas. Criação de personagens e pequenas cenas a partir de contos, textos literários, conteúdos, objetos ou situações do quotidiano escolar. Planificação/realização de uma atividade centrada na voz/personagem, pequenas cenas a implementar com a turma. Módulo 4 – Partilha e avaliação (5h) Partilha e discussão dos recursos produzidos; análise crítica de dificuldades, adaptações e potencialidades; metacognição: balanço sobre mudanças na prática pedagógica e continuidade após a formação; avaliação do curso de formação e orientações para elaborar a reflexão crítica.

Metodologias

Propõe-se um Curso de Formação 100% presencial com 25 horas totais, distribuídas por 4 módulos sequenciais em sessões físicas no centro formador (ex.: 6h + 7h + 7h + 5h). Articula uma componente teórica (metodologia expositiva, demonstrativa e interrogativa, com interação direta formador-formandos em círculo/plenário) e uma componente prática (dinâmicas ativas de expressão dramática, jogos cooperativos, exploração corporal/vocal, criação de personagens e dramatizações em grupo). Nas sessões presenciais, os conteúdos de referência em Educação Artística e Expressão Dramática serão apresentados com demonstrações ao vivo e práticas imediatas. Na sessão final (Módulo 4), os formandos apresentam publicamente os recursos produzidos, promovendo discussão e partilha em grupo. O rácio formador/formando de 1/15 garante acompanhamento individualizado.

Avaliação

A avaliação traduz-se numa classificação final quantitativa, na escala de 1 a 10, expressa através do referencial de menções qualitativas previstas no nº 2 do artigo 46º do ECD e de acordo com a Carta Circular CCPFC-3/2007. A aprovação na formação dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas da ação. Avaliação contínua baseada nos seguintes itens gerais: - Participação ativa nas sessões presenciais (30%); - Recursos práticos produzidos durante os módulos (50%); - Relatório de reflexão crítica (20%).

Bibliografia

Direção-Geral da Educação (2018). Educação Artística – Expressão Dramática/Teatro. Aprendizagens Essenciais – 1.º Ciclo do Ensino Básico. Lisboa: DGE.Ministério da Educação. Currículo Nacional do Ensino Básico – Educação Artística – Expressão Dramática/TeatroLeenhardt, P. (1977). A Criança e a Expressão Dramática. Lisboa: Editorial Estampa.Pereira, B. M. A. (2012). A expressão dramática/teatro no 1.º Ciclo do Ensino Básico: conceções e práticas de professores. Dissertação de Mestrado, ESE de LisboaSOUSA, C. T. M. (2023) A voz do dono e o dono da voz: propriocepção na preparação vocal do ator. Editora Dialética


Observações

a iniciar previsivelmente no final de fevereiro


INSCREVER-ME

Biblioteca escolar: leitura, escrita e aprendizagem

Curso

 

15,0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância e Professores do grupo de recutamento 110

Local a definir

A Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) tem assumido um papel determinante na promoção da leitura e na democratização do acesso à informação e ao conhecimento, afirmando-se como uma estrutura essencial para a concretização da equidade, um princípio central da escola pública. Neste contexto, a criação e a ...
Ler mais Ler menos

Ref. 224Bibliot_T1 Inscrições abertas até 12 de Fevereiro de 2027 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140280/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15,0 horas

Início: 19 de Fevereiro de 2027

Fim: 21 de Maio de 2027

Regime: Presencial

Local: None

Formador

Paixão dos Santos Pinto

Destinatários

Educadores de Infância e Professores do grupo de recutamento 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do grupo de recutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do grupo de recutamento 110.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) tem assumido um papel determinante na promoção da leitura e na democratização do acesso à informação e ao conhecimento, afirmando-se como uma estrutura essencial para a concretização da equidade, um princípio central da escola pública. Neste contexto, a criação e a dinamização de bibliotecas escolares desde o pré-escolar, com especial enfoque no 1.º ciclo do ensino básico, revestem-se de particular importância. É nesse período que se iniciam as competências de literacia e se consolidam práticas de leitura que podem marcar todo o percurso escolar. É neste enquadramento que se justifica a realização desta ação de formação, centrada na apropriação da biblioteca escolar como recurso educativo essencial. Pretende-se que os educadores e professores reconheçam o seu potencial enquanto espaço de aprendizagem ativa, onde se promovem práticas intencionais, sistemáticas e colaborativas que favorecem aprendizagens significativas, diversificadas e inclusivas. Este percurso formativo tem como objetivo potenciar o uso pedagógico da biblioteca escolar e maximizar o seu contributo para o desenvolvimento da leitura, da escrita e da literacia da informação, desde os primeiros anos de escolaridade.

Objetivos

1. Refletir sobre o papel da biblioteca escolar no contexto educativo e a sua integração nas práticas pedagógicas. 2. Explorar estratégias e atividades a desenvolver na e com a biblioteca escolar. 3. Conceber propostas pedagógicas promotoras de competências de leitura, escrita e pesquisa, utilizando os recursos da biblioteca escolar.

Conteúdos

Sessão 1 (3 h) – A biblioteca ao serviço do ensino e da aprendizagem - A biblioteca escolar como espaço de aprendizagem. - Desenvolvimento de competências de leitura, de escrita e de oralidade. - Articulação com o professor bibliotecário e formas de colaboração. - Serviço de biblioteca: potencialidades. - Uso da biblioteca escolar. - Diversas formas de utilização do espaço e dos recursos no quotidiano letivo. - O Roteiro para uso da biblioteca escolar: um recurso orientador para a planificação e dinamização de atividades. Sessão 2 (3 h) – A leitura para além da sala de aula - Empréstimo domiciliário. - Incremento do acesso equitativo aos livros e à leitura. - Estratégias para envolver as famílias e promover a leitura em casa. - Leitura recreativa. - A leitura por prazer como prática regular. - Estratégias para incentivar a leitura por prazer. Sessão 3 (3 h) – Leitura e escrita - Leitura e escrita. - Jogos e dinâmicas para desenvolver competências linguísticas. - Exemplos práticos adaptados ao Pré-Escolar e 1.º ciclo. Sessão 4 (3 h) – Leitura orientada - Leitura orientada. - Importância para o desenvolvimento da competência leitora. - Exemplos práticos da articulação entre a biblioteca escolar e a sala de aula. Sessão 5 (3 h) – Leitura e currículo - A importância da leitura informativa - O ensino do Estudo do Meio com a biblioteca. - Exemplos práticos. - Encerramento e avaliação da formação - Reflexões e ideias sobre a aplicação dos conteúdos nas práticas pedagógicas. - Avaliação da formação.

Metodologias

Este curso tem a duração de 15 horas presenciais, repartidas por 5 sessões. Em cada sessão há momentos com um caráter sobretudo expositivo, complementados com variados exercícios práticos, apoiados na exploração, individual ou em grupo, do Roteiro para uso da biblioteca escolar e outros recursos adequados. Nos momentos de trabalho individual e em grupo, promover-se-á a reflexão crítica e a discussão, assim como a realização de propostas integradoras de carácter prático, com ligação aos contextos de cada escola/agrupamento e às experiências dos formandos no contexto do seu trabalho.

Avaliação

Avaliação contínua. Participação dos formandos nas atividades a desenvolver ao longo das sessões. Avaliação dos trabalhos produzidos pelos formandos individualmente ou em grupo. Relatórios individuais dos formandos. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos, e os critérios definidos pela DGE.

Bibliografia

PORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. (2021). Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Bibliotecas Escolares: Presentes para o futuro. Disponível em https://rbe.mec.pt/np4/file/890/qe__21.27.pdfPORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Roteiro para o uso da biblioteca escolar. Disponível em https://www.rbe.mec.pt/np4/file/601/roteiro_be.pdfPORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Portal RBE: Aprender com a biblioteca escolar. Disponível em https://www.rbe.mec.pt/np4/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=99&fileName=referencial_2017.pdf


Observações

a iniciar previsivelmente no final de fevereiro


INSCREVER-ME