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Agrupamento de Escolas de Vouzela, Bairro da Senra 3670-257 Vouzela
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Oferta Formativa

Consulte informações sobre a oferta formativa

Documentos

Consulta e download de documentos e formulários.

Legislação

Consulte a legislação em vigor

Colóquio - Os Professores como agentes de mudança: arquiteturas de construção da sala de aula

Inscrições abertas até 31 de julho

Oradores e sinopses, disponível ao fundo da págia do colóquio.

DIVULGAÇÃO

INTERNET - utilização de ferramentas digitais no acesso à informação

Curso

 

15.0 horas

 

Presencial

 

Assistentes Operacionais

Escola Secundária de Castro Daire

No âmbito do Plano de Ação para a Transição Digital das Escolas, criado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30/2020, existe uma componente formativa que deverá integrar um Plano de Ação a ser desenhado por cada Unidade Orgânica. Neste, poderá também ser contemplado o desenvolvimento digital dos ...
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Ref. 110T2_AO_CDR Inscrições abertas até 12-12-2022

Registo de acreditação: DGAE/713/2021

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15.0 horas

Início: 19-12-2022

Fim: 21-12-2022

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária de Castro Daire

Formador

Vitor Manuel Ferreira Matos

Destinatários

Assistentes Operacionais

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Castro Daire/Lafões; AE Castro Daire

Razões

No âmbito do Plano de Ação para a Transição Digital das Escolas, criado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30/2020, existe uma componente formativa que deverá integrar um Plano de Ação a ser desenhado por cada Unidade Orgânica. Neste, poderá também ser contemplado o desenvolvimento digital dos Assistentes Operacionais proporcionando a obtenção de conhecimentos/competências necessárias a uma utilização das ferramentas tecnológicas que são hoje fundamentais nos processos produtivos e nos serviços prestados. É neste contexto que se propõe esta ação de formação. No âmbito da crescente digitalização dos estabelecimentos escolares é imprescindível também capacitar os Assistentes Operacionais para esta acelerada mudança, a inovação não se traduz apenas na introdução de equipamentos e ferramentas, mas também na capacidade humana que deve ser desenvolvida e incorporada nessa mesma inovação, através do uso e manipulação do computador e das ferramentas digitais, com recurso a metodologias práticas e demonstrativas. As potencialidades das tecnologias são reconhecidas por todos, no entanto o seu processo de integração defronta-se com alguns obstáculos, dos quais, a falta de formação é um dos principais fatores inibidores.

Objetivos

Promover a integração das tecnologias de informação e comunicação na prática profissional; Promover a reflexão sobre metodologias e práticas de organização e trabalho colaborativo; Potenciar a modernização de práticas na gestão da informação e comunicação entre os vários agentes educativos; Refletir sobre a segurança dos dados digitais; Desenvolver conhecimentos sobre a utilização das ferramentas digitais para comunicação; Incentivar a partilha de conhecimentos e o espírito de interajuda.

Conteúdos

Introdução às novas tecnologias de informação e comunicação - Manipulação e uso do computador; - Utilização do processador de texto (word); - Familiarização com as ferramentas básicas de edição e formatação de texto e imagem. Breves noções sobre Internet - Conhecer a página eletrónica do Agrupamento de Escolas e consulta dos documentos estruturais; - Consulta de páginas na Internet/perigos da Internet; - Exploração de diferentes tipos de ficheiros e suas utilidades; - Gerir conta(s) do correio eletrónico; - Noções básicas de armazenamento de informação na Drive. Reuniões por videoconferência - Saber o que é uma videoconferência; - Utilização dos equipamentos básicos para realização da videoconferência; - Saber participar numa reunião por videoconferência; - Saber agendar e configurar uma reunião por videoconferência; - Saber partilhar um documento numa reunião por videoconferência.

Metodologias

A ação assentará numa abordagem construtiva que estimule a interação entre os formandos num equilíbrio entre a teoria e a prática, análise/reflexão e o debate, bem como o desenvolvimento de atividades práticas de consolidação e de operacionalização.

Avaliação

Participação - 40% Assiduidade - 20% Teste/trabalho - 40%

Modelo

Questionário aos formandos Relatório do formador

Bibliografia

Informação e recursos digitais na rede europeia de Centros Internet Segura – Insafe (http://www.saferinternet.org/) Mossberg, Walter S. (2012). «Google Stores, Syncs, Edits in the Cloud». The Wall Street Journal



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Práticas pedagógicas inclusivas em sala de aula

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Online

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem umenorme desafio para novas práticas inclusivas em sala de aula, bem como novas metodologias que promovam asaprendizagens de todos os alunos. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes ...
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Ref. 1261.1_PratPed Inscrições abertas até 06-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116484/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 10-01-2023

Fim: 31-05-2023

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Margarida Maria Monteiro Morgado

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Castro Daire/Lafões

Razões

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem umenorme desafio para novas práticas inclusivas em sala de aula, bem como novas metodologias que promovam asaprendizagens de todos os alunos. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo,a reflexão e a partilha desbravem o caminho e orientem todos os agentes educativos para as mudanças a realizar. Esta ação de formação procura contribuir para uma reflexão crítica sobre os desafios da diversidade, bem como apoiar aoperacionalização de práticas pedagógicas ajustadas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professormelhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificar em contexto de sala deaula. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.

Objetivos

Explorar os documentos legislativos (DL n.º 54/2018 e 55/2018, PASEO, Aprend. Essenciais) e de apoio à prática letiva deforma integrada, identificando implicações para a organização de práticas pedagógicas mais inclusivas Consolidar o conhecimento sobre os modelos de enquadramento à operacionalização da educação inclusiva nas suascaracterísticas essenciais Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens adesenvolver e as características de todos alunos (Desenho Universal para a Aprendizagem) Aprofundar o conhecimento sobre metodologias e estratégias pedagógicas inclusivas e inovadoras Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar–Planear–Agir– Rever para a inclusão Promover a avaliação como parte integrante da gestão inclusiva do currículo e instrumento ao serviço do ensino e dasaprendizagens Reforçar competências de trabalho colaborativo, reflexivo e de resolução de problemas entre os profissionais

Conteúdos

Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas - Exploração de documentos legislativos (DL n.º 54/2018, DL n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Aprendizagens Essenciais) de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: - os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação; - a gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; - o recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; - a valorização da avaliação como parte integrante da gestão do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens; - a voz dos alunos e das suas famílias, aumentando os seus níveis de participação. Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas - Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos. - Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (Desenho Universal para a Aprendizagem). Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula - Gestão da diversidade em sala de aula atendendo à participação e aprendizagem efetivas de todos os alunos – partilha de práticas. - Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico, que conciliem as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos. Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem - Caráter contínuo e sistemático da avaliação, ao serviço das aprendizagens, enquanto processo regulador do ensino e das aprendizagens. - Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino. - O feedback como uma das dimensões indispensáveis à aplicação prática da avaliação formativa na sala de aula.

Metodologias

Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas às políticas educativas de inclusão. Os docentes devem ser desafiados à revisão das suas práticas pedagógicas de acordo com os referenciais normativos em vigor. Elaboração de trabalho/reflexão final individual em função dos interesses e preferências dos formandos.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Modelo

Questionário Online Relatório formador

Bibliografia

- DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática Disponível emhttps://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022 - Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N., Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora, 2021. - European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders Disponível em https://www.european-agency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022 - Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica(MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022 - UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education.



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209

o As Aprendizagens Essenciais na Operacionalização do Currículo dos Cursos Profissionais e dos Cursos Artísticos Especializados - Disciplinas de Biologia e Geologia, Biologia e Física e Química

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Professores dos Grupos 510 e 520

Online

Em convergência com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, foram elaborados os documentos das Aprendizagens Essenciais para todas as disciplinas das componentes de formação sociocultural e científica dos CP e para as disciplinas da componente científica dos CAE. Foram consideradas as ...
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Ref. 134T9.1_AEProfissi Inscrições abertas até 22-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-118068/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 10-01-2023

Fim: 01-06-2023

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Elisabete Costa Fonte

Destinatários

Professores dos Grupos 510 e 520

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 510 e 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 510 e 520.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Castro Daire/Lafões

Razões

Em convergência com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, foram elaborados os documentos das Aprendizagens Essenciais para todas as disciplinas das componentes de formação sociocultural e científica dos CP e para as disciplinas da componente científica dos CAE. Foram consideradas as especificidades curriculares e organizativas dos CP e dos CAE. As AE são a orientação curricular de base para o planeamento e realização do ensino e da aprendizagem, e avaliação interna e externa das aprendizagens dos alunos. Articulam-se com os conhecimentos, aptidões e atitudes identificados nos Perfis Profissionais/Referenciais de Competências e Referenciais de Formação das respetivas qualificações do Catálogo Nacional de Qualificações. A planificação e operacionalização das AE requer um trabalho colaborativo de contextualização curricular, apoiado por instrumentos de gestão curricular que contemplem as especificidades destas ofertas educativas e formativas, visando estimular um trabalho de construção curricular a ser contextualizado nas escolas. Pretende-se promover nos docentes o desenvolvimento de competências de intervenção curricular e pedagógica, para o planeamento, operacionalização e avaliação das aprendizagens. Visa, igualmente, uma abordagem pedagógica baseada em projetos interdisciplinares que envolvam as UFCD, no caso dos CP, contribuindo para aprendizagens específicas e transversais mais significativas. Quer-se promover o desenvolvimento de competências que sustentem práticas inovadoras em sala de aula e a aquisição, atualização e aprofundamento de conhecimentos científicos e pedagógico-didáticos dos docentes

Objetivos

Com a realização deste curso de formação, os formandos deverão ser capazes de: - Aprofundar o quadro concetual de elaboração das AE; - Analisar os documentos das AE no âmbito das respetivas disciplinas; - Integrar as implicações curriculares dos normativos em vigor decorrentes da AFC na análise das AE e na prática pedagógica; - Explorar as potencialidades das AE numa planificação curricular consistente com o PA e com o Perfil Profissional ou Referencial de Competências associado às qualificações que integram o CNQ - Promover o trabalho colaborativo entre docentes, assegurando a articulação pedagógica entre as diferentes componentes de formação

Conteúdos

(25 horas) 5h sessões síncronas + 20h sessões assíncronas/trabalho autónomo Módulo 0 - Apresentação do curso de formação - • Apresentação: Enquadramento e objetivos do curso de formação; Plataforma LMS Moodle; Guião Pedagógico do Formando. Módulo 1 - Enquadramento dos CP e dos CAE na AFC: • AFC - Princípios subjacentes, implicações e opções curriculares - Aprofundamento das potencialidades de flexibilidade curricular e pedagógica no âmbito do D.L. 55/2018, de 6 de julho - Referenciais curriculares para os CP/CAE - Especificidades curriculares e organizativas dos CP/CAE - Dinâmicas de gestão curricular nos Conselhos de Turma promotoras de práticas colaborativas entre os docentes. Módulo 2 - Fundamentação Conceptual e Gestão Curricular das AE - - Quadro conceptual da construção das AE - Estrutura do documento das AE da disciplina: - Articulação horizontal e vertical da disciplina com as várias componentes de formação - Articulação com o PA e com o Perfil Profissional ou Referencial de Competências associado à qualificação - AEE e práticas de avaliação formativa e sumativa - Medidas universais de suporte à aprendizagem e à inclusão. Módulo 3 - Operacionalização das AE da Disciplina - - Gestão Curricular das AE: a operacionalização das AE da disciplina - Partilha e discussão de exemplos de práticas bem-sucedidas Módulo 4 - Trabalho Final e Avaliação - - Conceção em pares de uma e-atividade de operacionalização das AE de um tema/domínio (na respetiva disciplina) - Reflexão crítica individual sobre o trabalho desenvolvido (500 a 600 palavras)

Metodologias

O curso tem a duração de 25 horas e decorre online na plataforma LMS Moodle. O curso integra sessões síncronas de apresentação das temáticas e respetivos fundamentos e sessões assíncronas de trabalho autónomo. Os formandos acedem à plataforma digital para exploração orientada de recursos de suporte à formação. As sessões síncronas permitirão enquadrar o formando na temática do módulo. O formando deverá assistir a todas as sessões síncronas, desenvolvendo um trabalho autónomo, de responsabilização pelo seu percurso de aprendizagem. Cada módulo possui recursos de suporte à autoaprendizagem: leitura de documentos, pesquisas online, download de ficheiros, visualização de webinares e vídeos. O formando deverá programar o trabalho autónomo para cada módulo, assistir às sessões síncronas, participar nos fóruns e realizar as tarefas propostas. Os formandos irão elaborar, em pares, uma e-atividade de aplicação das AE em contexto escolar, uma reflexão crítica individual e responder ao questionário de Avaliação do Curso.

Avaliação

As tarefas obrigatórias para efeitos de certificação são: - Participação ativa nos fóruns de discussão e realização das tarefas propostas (30%); - Trabalho final em pares (40%); - Reflexão crítica individual (30%). Irá ser usada uma classificação qualitativa e quantitativa, de acordo com a nova redação dada ao n.º 3 do artigo 13.º do RJFCP, obtida pelo formando, segundo a seguinte escala de classificações de 1 a 10 valores, devidamente ponderada

Modelo

Questionário online Relatório formador

Bibliografia

Jonas, Casey Orvalho, Luísa e Nonato, Susana. “Ensinar e Aprender por Módulos”. Construir a Autonomia e a Flexibilidade Curricular: os desafios da escola e do professor.” Palmeirão, Cristina e Alves, José Matias (Coords.) Porto: Universidade Católica Portuguesa, 2017, pp. 143-153. Rodrigues, Sónia Valente. “Três modos de organizar sequências de aprendizagem interdisciplinares com base nas Aprendizagens Essenciais.”. Encontro Regional Norte do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, novembro, 2017. Roldão, M.C. “Concepção Estratégica de Ensinar e Estratégias de Ensino”. Estratégias de Ensino. O saber e o agir doprofessor. Vila Nova de Gaia: Fundação Manuel Leão, 2009. Roldão, Maria do Céu, Peralta, Helena, Martins, Isabel P. e Orvalho, Luísa. Currículo do ensino secundário. Cursos profissionais e cursos artísticos especializados. Para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. ANQEP, I.P., 2018.



INSCREVER-ME

220

Criação de ambientes de aprendizagem inclusivos e inovadores

Oficina

 

50.0 horas

 

b-learning

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Vouzela

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas/os práticas pedagógicas, interfaces comunicativas, fundamentos humanistas em que todos são parte do sistema e desenvolvem um diálogo igualitário, um pensamento e uma ...
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Ref. 1272.1_CriacaoAmb Inscrições abertas até 22-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116483/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 11-01-2023

Fim: 05-06-2023

Regime: b-learning

Local: Vouzela

Formador

Margarida Maria Monteiro Morgado

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Razões

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas/os práticas pedagógicas, interfaces comunicativas, fundamentos humanistas em que todos são parte do sistema e desenvolvem um diálogo igualitário, um pensamento e uma consciência próprios. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha orientem os agentes educativos para a inclusão. Esta formação procura apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas inclusivas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professor melhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificar em contexto de sala de aula. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.

Objetivos

- Explorar os documentos legislativos (Decreto- Lei n.º 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Aprendizagens Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas mais inclusivas - Aplicar colaborativamente os princípios subjacentes ao desenho universal para a aprendizagem e à abordagem multinível - Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e a diversidade de todos alunos - Conceber instrumentos de suporte à recolha de informação que contribuam para a tomada de decisão. - Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar – Planear – Agir - Rever - Produzir e aplicar em contexto de sala de aula instrumentos de avaliação e planificação das aprendizagens - Partilhar experiências facilitadoras do um processo ensino-aprendizagem inclusivo - Explorar colaborativamente práticas educativas inovadoras

Conteúdos

Módulo 1. Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas - Exploração integrada dos documentos de política educativa (Decreto- Lei n.º 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Aprendizagens Essenciais) Módulo 2. Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas - Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos - Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (DUA) Módulo 3. Valorização da diversidade em sala de aula – criação e partilha de recursos - Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico - O que ensinar e porquê, como, quando, com que prioridades, com que meios, com que organização e com que resultados: exercícios práticos Módulo 4. Avaliação formativa enquanto processo regulador do ensino e da aprendizagem - Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino

Metodologias

Presencial A metodologia de formação é de cariz teórico-prática, propondo-sedinâmicas que visam encorajar o envolvimento dos participantes ematividades de aprendizagem, partilha e reflexão sobre a temática,com vista à otimização e concretização dos objetivos propostos paraesta ação de formação, em regime de frequência b-learning,nomeadamente: - Apresentação de conteúdos e conceitos; - Partilha de experiências; - Trabalho(s) de grupo; - Reflexão e debate de ideias; Trabalho autónomo No desenvolvimento do trabalho autónomopretende-se que os formandos apliquem instrumentos e conhecimentos adquiridos, no âmbito da formação, em contexto escola/sala de aula, tendo presente o ciclo: avaliar o contexto, planear, aplicar, rever, ajustar. Trabalho autónomo (25h)

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Modelo

Inquérito Online Relatório formador

Bibliografia

- DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática, https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022 - Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N. (2021), Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora. European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders • Disponível em https://www.european-agency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022 - Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica(MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022 - UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education Acesso em 02/02/2022



INSCREVER-ME

210

Criação de ambientes de aprendizagem inclusivos e inovadores

Oficina

 

50.0 horas

 

b-learning

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Castro Daire

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas/os práticas pedagógicas, interfaces comunicativas, fundamentos humanistas em que todos são parte do sistema e desenvolvem um diálogo igualitário, um pensamento e uma ...
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Ref. 1272.2_CriacaoAmb Inscrições abertas até 22-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116483/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 12-01-2023

Fim: 06-06-2023

Regime: b-learning

Local: Castro Daire

Formador

Tânia de Jesus Aparas

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Razões

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas/os práticas pedagógicas, interfaces comunicativas, fundamentos humanistas em que todos são parte do sistema e desenvolvem um diálogo igualitário, um pensamento e uma consciência próprios. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha orientem os agentes educativos para a inclusão. Esta formação procura apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas inclusivas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professor melhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificar em contexto de sala de aula. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.

Objetivos

- Explorar os documentos legislativos (Decreto- Lei n.º 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Aprendizagens Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas mais inclusivas - Aplicar colaborativamente os princípios subjacentes ao desenho universal para a aprendizagem e à abordagem multinível - Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e a diversidade de todos alunos - Conceber instrumentos de suporte à recolha de informação que contribuam para a tomada de decisão. - Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar – Planear – Agir - Rever - Produzir e aplicar em contexto de sala de aula instrumentos de avaliação e planificação das aprendizagens - Partilhar experiências facilitadoras do um processo ensino-aprendizagem inclusivo - Explorar colaborativamente práticas educativas inovadoras

Conteúdos

Módulo 1. Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas - Exploração integrada dos documentos de política educativa (Decreto- Lei n.º 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Aprendizagens Essenciais) Módulo 2. Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas - Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos - Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (DUA) Módulo 3. Valorização da diversidade em sala de aula – criação e partilha de recursos - Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico - O que ensinar e porquê, como, quando, com que prioridades, com que meios, com que organização e com que resultados: exercícios práticos Módulo 4. Avaliação formativa enquanto processo regulador do ensino e da aprendizagem - Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino

Metodologias

Presencial A metodologia de formação é de cariz teórico-prática, propondo-sedinâmicas que visam encorajar o envolvimento dos participantes ematividades de aprendizagem, partilha e reflexão sobre a temática,com vista à otimização e concretização dos objetivos propostos paraesta ação de formação, em regime de frequência b-learning,nomeadamente: - Apresentação de conteúdos e conceitos; - Partilha de experiências; - Trabalho(s) de grupo; - Reflexão e debate de ideias; Trabalho autónomo No desenvolvimento do trabalho autónomopretende-se que os formandos apliquem instrumentos e conhecimentos adquiridos, no âmbito da formação, em contexto escola/sala de aula, tendo presente o ciclo: avaliar o contexto, planear, aplicar, rever, ajustar. Trabalho autónomo (25h)

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Modelo

Inquérito Online Relatório formador

Bibliografia

- DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática, https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022 - Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N. (2021), Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora. European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders • Disponível em https://www.european-agency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022 - Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica(MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022 - UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education Acesso em 02/02/2022



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211

As lideranças na promoção de ambientes educativos inclusivos

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Vouzela/S. Pedro do Sul

Inclusão, equidade, cooperação, solidariedade, responsabilidade e interligação, são conceitos-chave que enformam aspolíticas e as práticas educativas. Assegurar o direito de todos à educação é garantir acesso, presença, participação esucesso em processos educativos de qualidade. Os atores educativos, ...
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Ref. 1283.1_Liderancas Inscrições abertas até 22-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116485/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 12-01-2023

Fim: 24-05-2023

Regime: Presencial

Local: Vouzela/S. Pedro do Sul

Formador

Paula Gracinda Arnaud Monteiro Dias

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Castro Daire/Lafões

Razões

Inclusão, equidade, cooperação, solidariedade, responsabilidade e interligação, são conceitos-chave que enformam aspolíticas e as práticas educativas. Assegurar o direito de todos à educação é garantir acesso, presença, participação esucesso em processos educativos de qualidade. Os atores educativos, nomeadamente lideranças de topo e intermédias, são figuras essenciais na educação e natransformação social. Acolher e apoiar todos os alunos, independentemente das suas capacidades e exigências, são dois compromissos éticose profissionais indiscutíveis. Uma escola inclusiva exige uma liderança eficaz, capaz de apoiar e promover o envolvimento de toda a comunidadeescolar. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.

Objetivos

Identificar práticas de gestão e organização pedagógica, de topo e intermédias, à luz dos normativos/documentos dereferência sobre políticas de inclusão Explorar fatores que se constituem como obstáculo à inclusão na escola e sociedade Consolidar uma perspetiva de abordagem integrada de práticas que concorrem para a inclusão Refletir sobre a relevância das aprendizagens informais, os meios de as incorporar na promoção de ambientes educativosfavoráveis à participação de alunos na condução do processo educativo Promover estratégias de otimização da participação dos alunos na vida da escola Elencar mecanismos de promoção do envolvimento das famílias na criação de ambientes inclusivos Refletir sobre o papel das lideranças na criação de ambientes promotores de aprendizagens não-formais e informaisconsistentes com os objetivos da educação inclusiva Equacionar os termos da cooperação interinstitucional em ordem à inclusão Refletir sobre instrumentos de monitorização das práticas de inclusão

Conteúdos

1. Enquadramento teórico e normativo 1.1. Quadro conceptual Os direitos humanos e as políticas de inclusão. Justiça distributiva e éticas do cuidado. Tradução dos princípios de justiça em direitos e capacidades. O projeto Strength Through Diversity e a diversidade dos públicos na educação escolar: dimensões da diversidade;abordagens multinível da diversidade em educação. 1.2. Quadro normativo de referência Os Decretos-Leis nº 54/2018 de 6 de julho (na sua redação atual) e n.º 55/2018, de 6 de julho (e respetivas Portarias). O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Autonomia e responsabilidade dos decisores locais: interpretação dos normativos; as margens de autonomia potenciadapela portaria n.º 181/2019, de 11 de junho, na sua redação atual. Documentos curriculares e instrumentos de autonomia dos AE/ENA. 1.3. Dimensões organizacionais das políticas de inclusão – exercício exploratório [trabalho com os formandos, orientado pela abordagem prévia dos pontos 1.1. e 1.2.] 2. Concretização das políticas de inclusão 2.1 As escolas e as práticas A inclusão em contexto: modelos educativos e conceções de cidadania e equidade. 2.2. Os agentes sociais das práticas de inclusão Pessoas, instituições, ambientes de aprendizagem. Cooperação interinstitucional em ordem à inclusão. 2.3. Os recursos para a inclusão A identificação e gestão dos recursos (humanos, materiais, institucionais) e a sua potencialização na promoção da escola inclusiva. 2.4. Contextos de interação socioeducativa na perspetiva da inclusão: a sala de aula e ‘o resto’ – exercício exploratório [trabalho com os formandos, orientado pela abordagem prévia dos pontos 2.1., 2.2. e 2.3.] 3. Conhecer, partilhar, decidir 3.1. Conhecer e cooperar com as pessoas e as instituições 3.2. Conhecer, estimular e proteger as crianças e jovens: princípios, métodos, instrumentos 3.3. Conhecer para transformar: dos instrumentos de suporte à monitorização às modalidades de participação de professores, pais e alunos nos processos de decisão – exercício exploratório [trabalho com os formandos, orientado pela abordagem prévia dos pontos 3.1. e 3.2.] 4. Avaliação Apresentação e discussão dos trabalhos/produtos finais dos formandos

Metodologias

Exploração dos temas propostos, com adequado suporte teórico. Reflexão, análise e discussão em grupo, com recurso a fontes documentais pertinentes. Debate em plenário. Elaboração individual de trabalho/produto final da ação, em função dos interesses dos formandos.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Modelo

Questionário online Relatório do formador

Bibliografia

Cerna, L. et al. (2021) Promoting inclusive education for diverse societies: A conceptual framework. Disponível em:Promoting inclusive education for diverse societies : A conceptual framework | OECD Education Working Papers | OECDiLibrary (oecd-ilibrary.org) Eurydice (2020). A equidade na educação escolar na Europa (trad. Lisboa: DGEEC/Unidade portuguesa de Eurydice).Disponível em: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/517ee2ef-4404-11eb-b59f-01aa75ed71a1/language-pt European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2021). Inclusive School Leadership: A Tool for Self-Reflection on Policy and Practice. (M. Turner-Cmuchal, E. Óskarsdóttir and M. Bilgeri, eds.). Odense, Denmark. Disponívelem: https://www.european-agency.org/sites/default/files/SISL_Self-Reflection_Tool.pdf Pereira, F. (Coord.). (2018). Para uma Educação Inclusiva. Manual de Apoio à Prática. Lisboa. Ministério da Educação.Direção-Geral da Educação. Disponível em:https://dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf UNESCO (2022). Reaching out to all learners: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva:UNESCO, IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education



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212

Capacitação Digital de Docentes – Nível 3

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;

S. Pedro do Sul

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa ...
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Ref. 119T3.2 Inscrições abertas até 22-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-110064/20

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 16-01-2023

Fim: 07-07-2023

Regime: Presencial

Local: S. Pedro do Sul

Formador

Ana Filipa Almeida da Silva

Destinatários

Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Castro Daire/Lafões

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Modelo

Fomulário Online

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legalcontent/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN EU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-tool Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf



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218

Avaliação Pedagógica I: Projetos de Intervenção nos domínios do ensino, aprendizagem e avaliação

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

S. Pedro do Sul

A avaliação pedagógica tem assumido uma centralidade inegável nas políticas educativas e curriculares, com efeitos concretos nas práticas de ensino e aprendizagem, designadamente na promoção do “sucesso escolar”. A publicação doDecreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho, consagra mudanças significativas ao ...
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Ref. 1294.1_Aval_Ped Inscrições abertas até 22-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-117672/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 18-01-2023

Fim: 30-06-2023

Regime: Presencial

Local: S. Pedro do Sul

Formador

Olga Maria Coutinho de Oliveira Madanelo

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Castro Daire/Lafões

Razões

A avaliação pedagógica tem assumido uma centralidade inegável nas políticas educativas e curriculares, com efeitos concretos nas práticas de ensino e aprendizagem, designadamente na promoção do “sucesso escolar”. A publicação doDecreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho, consagra mudanças significativas ao nível do currículo, assumindo um dos seus princípios orientadores: a “afirmação da avaliação das aprendizagens como parte integrante da gestão do currículo enquanto instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens”. Refere ainda o caráter formativo da avaliação pedagógica como um dos pilares da melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. Importa, pois, que os professores consolidem estas mudanças de modo contextualizado e que aprofundem competências e conhecimentos inerentes ao processo de avaliação das aprendizagens, nomeadamente, através de desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos em torno de práticas de avaliação formativa, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação. Deste modo, visa-se capacitar e apoiar os docentes para a construção dos recursos inovadores necessários e ajustados aos seus contextos educativos específicos, promovendo-se ainda a implementação e análise dos mesmos, tendo em vista o seu aperfeiçoamento ou reformulação.

Objetivos

- Contribuir para o desenvolvimento de competências e conhecimentos no domínio da avaliação, em geral, e da avaliaçãopedagógica, em particular, congruentes com o real conteúdo das orientações constantes nos documentos legais; - Promover práticas de trabalho colaborativo e cooperativo na construção e desenvolvimento de projetos de avaliaçãopedagógica em contexto de sala de aula; - Elaborar recursos educativos de suporte ao desenvolvimento dos projetos de avaliação pedagógica; - Permitir a troca de materiais e experiências, o esclarecimento de dúvidas e a geração de ideias e projetos de naturezapedagógica e didática; - Incrementar práticas de formação de natureza investigativa que confiram competências aos professores para lidar com a mudança e a inovação no âmbito da avaliação pedagógica.

Conteúdos

1. Enquadramento curricular: documentos de referência – 3 horas; 2. Natureza e Fundamentos da Avaliação - 1 hora; 3. Avaliação formativa e avaliação sumativa - 4 horas; 4. Feedback: natureza, distribuição e utilização por alunos e professores- 4 horas; 5.Aprendizagens Essenciais, Critérios de avaliação, Descritores de Níveis de Desempenho e de Standards. - 4 horas; 6. Processos de recolha de informação - 4 horas; 7. Apresentação, discussão e avaliação dos projetos e materiais desenvolvidos no âmbito da oficina - 5 horas.

Metodologias

Presencial No âmbito das sessões presenciais, os formandos desenvolverão trabalho colaborativo e cooperativo, com o devido enquadramento teórico, em torno da construção de projetos e de materiais para a respetiva implementação em contexto real de aprendizagem, assim como a reflexão crítica, a par e passo, sobre os resultados obtidos e as mudanças que deverão ser adotadas. Trabalho autónomo O trabalho autónomo pretende-se que seja realizado em contexto real de aprendizagem como desenvolvimento e a aplicação dos projetos pedagógicos e didáticos, assim como dos materiais elaborados numa lógica deinvestigação-ação, sendo criada uma comunidade de prática.

Avaliação

De acordo com o RJFCP – Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2)Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em plenário.

Modelo

Questionário online Relatório do formador

Bibliografia

Brookhardt, S. (2013). How to create rubrics for formative assessment and grading. ASCD: Alexandria, Virginia. Brookhardt, S. (2008). How to give effective feedback to your students. ASCD: Alexandria, Virginia. Fernandes, D. (2011). Articulação da aprendizagem, da avaliação e do ensino: Questões teóricas, práticas emetodológicas. J. M. DeKetele & M. P. Alves (Orgs.), Do currículo à avaliação, da avaliação ao currículo, pp. 131-142.Porto: Porto Editora. [http://repositorio.ul.pt/handle/10451/6988] Fernandes, D. (2004). Avaliação das aprendizagens: Uma agenda, muitos desafios. Cacém: Texto Editores[http://repositorio.ul.pt/handle/10451/5509]



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213

Para a Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica: desenvolvimento e concretização dos Projetos de Intervenção

Círculo

 

38.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário

Castro Daire / S. Pedro do Sul

No âmbito do Projeto MAIA, e ao longo dos anos letivos de 2019/2020 e 2020/2021, realizaram-se centenas de Oficinas de Formação (OF), que ocorreram em praticamente todos os CFAE e cujo principal produto foi a conceção e a elaboração de um Projeto de Intervenção (PI) no domínio da avaliação pedagógica. Este ...
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Ref. 1305.1_PAvaliacao Inscrições abertas até 22-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116348/22

Modalidade: Círculo de Estudos

Duração: 38.0 horas

Início: 18-01-2023

Fim: 30-06-2023

Regime: Presencial

Local: Castro Daire / S. Pedro do Sul

Formador

Paula Gracinda Arnaud Monteiro Dias

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Castro Daire/Lafões

Razões

No âmbito do Projeto MAIA, e ao longo dos anos letivos de 2019/2020 e 2020/2021, realizaram-se centenas de Oficinas de Formação (OF), que ocorreram em praticamente todos os CFAE e cujo principal produto foi a conceção e a elaboração de um Projeto de Intervenção (PI) no domínio da avaliação pedagógica. Este PI, definia um conjunto de Princípios de Avaliação Pedagógica que enquadrava quer a definição de uma Política de Avaliação, quer a definição de uma Política de Classificação. A ideia que presidiu à elaboração dos PI era a de o concretizar nos AE/ENA dos formandos que os conceberam e elaboraram, tendo em conta as condições concretas de cada instituição, bem como o respetivo Projeto Educativo Como seria expectável, atendendo às condições existentes em cada AE/ENA, há diferentes graus de apropriação dos propósitos do Projeto MAIA e, consequentemente, o mesmo sucede com a concretização e desenvolvimento dos PI. Assim, há dificuldades que têm sido recorrentemente sinalizadas por diversos intervenientes neste processo. Reconheceu-se, assim, a necessidade de se conceber e desenvolver o presente Círculo de Estudos de modo a contribuir para que dificuldades possam ser ultrapassadas e para que as instituições que estão envolvidas neste processo possam concretizar e desenvolver os seus PI. Através desta modalidade de formação, os formandos terão a oportunidade ultrapassar as dificuldades reportadas de através da reflexão e discussão das experiências das suas unidades orgânicas.

Objetivos

- clarificar os conceitos estruturantes que deverão fundamentar e enquadrar os PI. - aprofundar a conceção e a elaboração dos PI. - analisar materiais que possam facilitar a consecução e desenvolvimento dos PI. - produzir materiais que possam facilitar a consecução e desenvolvimento dos PI. - delinear estratégias destinadas a promover a concretização e desenvolvimento dos PI atendendo às condições concretas de cada instituição. - contribuir para integrar os PI no desenvolvimento dos Projetos Educativos das instituições. - desenvolver hábitos de trabalho colaborativo e de reflexão em torno de situações vividas nas escolas, visando melhorara qualidade do ensino, da aprendizagem e da avaliação. - partilhar ideias, experiências, materiais e métodos que contribuam para a concretização e desenvolvimento dos PI em cada instituição. - conceber uma Ação de Curta Duração visando a criação de uma oportunidade para que os professores possam discutira consecução e o desenvolvimento dos PI.

Conteúdos

O desenvolvimento deste Círculo de Estudos será baseado no estudo, na discussão e na análise dos seguintes conteúdosprincipais: - Análise e reflexão acerca do Currículo vigente atualmente em Portugal. - Relações entre o Currículo, a Pedagogia e a Avaliação e suas implicações para a concretização e desenvolvimento dos PI. - Conceitos estruturantes da avaliação pedagógica tais como avaliação formativa, avaliação sumativa, feedback, critério, indicador ou descritor, autoavaliação, avaliação entre pares, avaliação holística, avaliação analítica, processos de recolhade informação e processos de classificação. - Conceção de materiais, processos e estratégias que integrem os conceitos e ideias da avaliação pedagógica e que suscitem a sua utilização nas práticas pedagógicas. - Análise e discussão de PI: reformulação, aprofundamento, ajustamento. - Processos de formação ativa de professores: fundamentos, processos e dinâmicas.

Metodologias

Presencial O trabalho presencial será organizado de forma que os formandos estabeleçam relações entre o contexto da formação e das escolas. - Os participantes constituem uma comunidade de aprendizagem e de práticas, que discute os PI, visando a sua melhoraria, clarificação e aprofundamento. - Os formandos terão um papel central nos processos deformação, nomeadamente no que se refere à melhoria e/ou aprofundamento dos PI. - Os formadores são recursos qualificados que distribuirão feedback, orientando os formandos, dinamizando as sessões de trabalho e garantindo o desenvolvimento de discussões com real significado para a concretização e desenvolvimento dos PI. - As sessões presenciais serão planificadas tendo em vista a análise e discussão que permita eventuais ajustamentos e/ou melhorias dos PI. Trabalho autónomo O trabalho autónomo será desenvolvido a partir do estudo das situações concretas decorrentes dos processos de concretização dos PI e, por isso, as dinâmicas de investigação e reflexão são incontornáveis.

Avaliação

Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando todos os dispositivos legais da avaliaçãocontínua. A avaliação dos formandos decorre ao longo de todas as sessões com base nas interações que se forem estabelecendo a partir das intervenções realizadas nas suas instituições. Os PI reformulados assim como os Planos de Formação serãoobjeto de apresentação e discussão nas sessões presenciais e constituirão processos e produtos fundamentais.

Modelo

Inquérito online Relatório formador

Bibliografia

Fernandes, D. (2021). Para uma fundamentação e melhoria das práticas de avaliação pedagógica no âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica(MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Fernandes, D. (2021). Para a Conceção e Elaboração do Projeto de Intervenção no Âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA).Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Fernandes, D. (2021). Para um enquadramento da formação de professores. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geralda Educação. Machado, E. A. (2021). Feedback. Folha de apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Wenger, E. (1998). Communities of practice: Learning, meaning, and identity. Cambridge University Press.



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214

A Prevenção das Dependências Online em crianças e jovens

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Online

O uso e acesso da tecnologia aumentou exponencialmente na última década. As preferências online, de crianças e jovens, estão relacionadas com a socialização e o entretenimento. Para compreensão dos comportamentos online dascrianças e jovens é importante uma supervisão adequada nos diferentes contextos onde ...
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Ref. 131T13.1_Prev_Dep Inscrições abertas até 22-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115118/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 18-01-2023

Fim: 31-05-2023

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Isabel Catarina Martins

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Castro Daire/Lafões

Razões

O uso e acesso da tecnologia aumentou exponencialmente na última década. As preferências online, de crianças e jovens, estão relacionadas com a socialização e o entretenimento. Para compreensão dos comportamentos online dascrianças e jovens é importante uma supervisão adequada nos diferentes contextos onde estão inseridas. Com esta ação,pretende-se que os formandos desenvolvam propostas de planos de intervenção, cujo objetivo é a prevenção dasdependências online de crianças e jovens refletindo sobre a integração curricular e transversalidade destas temáticas.

Objetivos

Identificar os sinais de alarme para a dependência online. Analisar a importância da avaliação tripartida da deteção de uma dependência online. Refletir sobre o impacto da promoção do uso saudável da tecnologia. Conhecer os diversos programas nacionais e europeus promotores de Cidadania Digital nas Escolas. Capacitar para a utilização de diferentes abordagens de prevenção das dependências online em contexto escolar.

Conteúdos

Módulo 1 | Conceptualização dos comportamentos e dependências online: o jogo, as redes socias e a multimédia.Reflexão e análise de documentação de referência. Módulo 2 | Deteção precoce do uso excessivo das TIC. Reflexão e análise de documentação de referência. Módulo 3 | Fatores associados às dependências online. Desenvolver à posterior em contexto educativo, práticas relativasà prevenção das dependências online. Módulo 4 | Promoção de um uso saudável das TIC. Análise de programas nacionais e europeus promotores de CidadaniaDigital. Desenvolvimento de planos adequados à realidade da comunidade educativa de cada formando. Módulo 5 | Avaliação e Reflexão. Apresentação, partilha e reflexão sobre as propostas de planos de intervenção desenvolvidos.

Metodologias

O curso irá decorrer na modalidade de e-Learning , com a seguinte distribuição: 15h síncronas e 10h assíncronas. O formador irá recorrer a plataformas LMS (Moodle) e de videoconferência (Zoom) para dinamizar as sessões. Planificar atividades, tendo em vista a sua aplicação com crianças e jovens em contexto educativo, utilizando os conteúdos explorados nas sessões, refletindo sobre a importância da integração curricular e da transversalidade destas temáticas, refletir sobre a importância da sensibilização e da prevenção das dependências online envolvendo neste processo toda a comunidade educativa.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 defevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditaçãode Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conformeindicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho final de cada um dos formandos.

Modelo

Inquérito online Relatório formador

Bibliografia

Rede europeia de Centros Internet Segura – Insafe. Disponível em: https://youth.betterinternetforkids.eu/web/portal/home Centro de Sensibilização SeguraNet. Disponível em: https://www.seguranet.pt/ Geração Cordão. Disponível em: https://www.geracaocordao.com/ Centro Internet Segura. Disponível em: https://www.internetsegura.pt/



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215

Segurança Digital: A utilização segura da Internet e dos Dispositivos Móveis

Curso

 

25.0 horas

 

b-learning

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Vouzela

Com o curso de formação na modalidade de b-learning pretende-se dotar os Educadores e Professores de competências que lhes permitam trabalhar as temáticas disciplinares com a utilização segura das ferramentas digitais em contexto de sala de aula, proporcionando-lhes simultaneamente a possibilidade de ...
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Ref. 133T14.1_Seg_Digit Inscrições abertas até 22-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-114299/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 18-01-2023

Fim: 31-05-2023

Regime: b-learning

Local: Vouzela

Formador

Élio Ari Rodrigues Serrano

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Castro Daire/Lafões

Razões

Com o curso de formação na modalidade de b-learning pretende-se dotar os Educadores e Professores de competências que lhes permitam trabalhar as temáticas disciplinares com a utilização segura das ferramentas digitais em contexto de sala de aula, proporcionando-lhes simultaneamente a possibilidade de aprender e de aprender a aprender, “em qualquer hora e em qualquer lugar”, através dos seus dispositivos móveis ou fixos. Um elevado número de docentes apresenta carências neste domínio e têm manifestado interesse em frequentar formação que aborde a segurança digital, permitindo-lhes assim diminuir este deficit de conhecimento.

Objetivos

Analisar as temáticas respeitantes à utilização segura da Internet e dos dispositivos móveis, reforçando as competências técnico-pedagógicas dos docentes na área da segurança digital; Facilitar a integração curricular das temáticas relacionadas com a utilização das tecnologias digitais, promovendo a conceção de materiais pedagógicos adequados ao contexto, ao público-alvo e às necessidades sentidas; Fomentar a criação de redes de aprendizagem colaborativa no âmbito da segurança digital que incluam a partilha de experiências e a implementação de projetos sobre a promoção e utilização esclarecida e crítica das tecnologias digitais; Contribuir para uma mudança nos métodos pedagógicos mantendo a segurança digital;

Conteúdos

Módulo 1: O projeto SeguraNet Dimensão portuguesa da rede Insafe; As iniciativas e ações do projeto SeguraNet: - Desafios SeguraNet; - Selo de Segurança Digital; - Sessões de sensibilização nas escolas; - Recursos educativos digitais. Módulo 2: Conhecer a Rede: os desafios e os riscos A tecnologia e a Sociedade; Os riscos associados à utilização da Internet e dos dispositivos móveis; Medidas de sensibilização para evitar os riscos associados à utilização da Internet e dos dispositivos móveis; As linhas de apoio: Linha Alerta e Linha Ajuda. Módulo 3: Segurança digital: uma questão de educação Integração no currículo nacional das temáticas relacionadas com a utilização das tecnologias digitais; As questões relativas aos direitos de autor, à veracidade e fiabilidade das fontes, ao plágio e licenciamentos abertos e termos de utilização; Metodologias de acordo com o público-alvo, tendo em vista as ações de informação/sensibilização; Projetos no âmbito da segurança digital nas Escolas.

Metodologias

Sessão 1: Apresentação do Curso de Formação e Metodologia de Funcionamento (2 horas) - Presencial - Organização; Cronograma; Modo de funcionamento; Avaliação; Sessões 2 e 3: O projeto SeguraNet (6 horas) - Online - Módulo 1 Sessões 4 e 5: O projeto SeguraNet (6 horas) – Online - Módulo 2 Sessões 6 e 7: Conhecer a Rede: os desafios e os riscos (8 horas) - Online - Módulo 3 Sessão 8: Partilha dos Projetos Finais (3 horas) - Presencial - Projetos no âmbito da segurança digital nas Escolas.

Avaliação

Critérios e respetiva ponderação na avaliação Participação (60%); - Iniciativa e autonomia. - Clareza e pertinência das intervenções. - Realização das tarefas propostas. - Qualidade dos materiais produzidos Reflexão crítica (40%). - Elaboração de uma reflexão crítica acerca dos temas tratados que inclua uma apreciação: - Quanto aos conteúdos abordados no programa de formação; - Quanto aos impactos do programa de formação no seu desempenho profissional; - Quanto à transposição dos conteúdos abordados para os contextos de prática profissional (podendo apresentar exemplos concretos que considere que podem contribuir para o diversificar das práticas): - Quanto à importância das estratégias formativas implementadas para a sua formação pessoal e profissional

Modelo

Questionário online Relatório formador

Bibliografia

Informação e recursos digitais no portal SeguraNet (http://www.seguranet.pt/) Tutoriais e vídeos disponibilizados na formação MOOC SeguraNet (http://seguranet.mooc.dge.mec.pt/) Informação e recursos digitais na rede europeia de Centros Internet Segura – Insafe (http://www.saferinternet.org/) O’Neill, B., Staksrud, E., McLaughlin, S. (2013) Towards a Better Internet for Children? Policy Pillars, Players and Paradoxes. (eds.) Nordicom Nicole van Den Bosch, Poscon e Mijin Kind Online (2014). Positive Digital Content for Kids. Experts reveal their secrets. Edited by Remco Pipers



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217

Proteção de dados e a Cibersegurança nas Escolas

Curso

 

25.0 horas

 

b-learning

 

Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial e Bibliotecários

Vouzela

O recurso a plataformas de suporte ao ensino não presencial, que podem servir como meio de divulgação, partilha de conteúdos pedagógicos, de interação entre os utilizadores, tem vindo a ser cada mais frequente por parte dos diferentes agentes educativos. Contudo, a sua utilização implica a recolha e o ...
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Ref. 132T12.1_Ciberseg Inscrições abertas até 22-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115120/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 25-01-2023

Fim: 31-05-2023

Regime: b-learning

Local: Vouzela

Formador

José Manuel Saraiva Viegas

Destinatários

Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial e Bibliotecários

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial e Bibliotecários. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Castro Daire/Lafões

Razões

O recurso a plataformas de suporte ao ensino não presencial, que podem servir como meio de divulgação, partilha de conteúdos pedagógicos, de interação entre os utilizadores, tem vindo a ser cada mais frequente por parte dos diferentes agentes educativos. Contudo, a sua utilização implica a recolha e o tratamento de um conjunto alargado de informação relativa aos utilizadores, devendo garantir-se a proteção desses mesmos utilizadores. Com esta ação, pretende-se que os formandos implementem junto da comunidade educativa projetos de intervenção, cujo objetivo é a sensibilização para as questões relativas à Proteção de Dados e à Cibersegurança na escola refletindo acerca da integração curricular e transversalidade destas temáticas.

Objetivos

Desenvolver práticas de referência respeitantes a proteção de dados, designadamente abstendo-se de tratar dados pessoais que não sejam essenciais para a finalidade pedagógica e adotando comportamentos responsáveis, quando se tem acesso a dados pessoais de alunos, professores e outros titulares dos dados; criar espaços de reflexão que proporcionem a exploração de recursos e ferramentas, bem como a conceção de planos de intervenção, que abordem estas temáticas em contexto educativo; articular as temáticas propostas com as Orientações Curriculares TIC para o 1.ºCiclo, no domínio da Cidadania Digital, com as Aprendizagens Essenciais da disciplina TIC, no domínio da Segurança, Responsabilidade e Respeito em Ambientes Digitais, assim como com a ENEC, nomeadamente nos domínios Segurança, Defesa e Paz e Media. Debater estratégias de sensibilização junto dos alunos para a importância da Cidadania Digital, destacando as áreas da Cibersegurança e da Proteção de Dados.

Conteúdos

Módulo 1:Proteção de dados em contexto escolar (4horas –3 horas presenciais+1 hora assíncrona) Reflexão e análise de documentação de referência; desenvolver, em contexto educativo, práticas relativas à proteção de dados na escola Módulo 2: A Cibersegurança na Escola (3 horas –2 horas síncronas+1hora assíncrona) As plataformas digitais e as recomendações de segurança Desenvolver, em contexto educativo, práticas relativas à Cibersegurança na escola Módulo 3:Iniciativas promotoras da Proteção de Dados e da Cibersegurança nas Escolas:(8horas - 3 horaspresenciais+3horas síncronas+2 horas assíncronas) Iniciativas e campanhas do Centro de Sensibilização SeguraNet; Iniciativas e campanhas do Centro Nacional de Cibersegurança O Selo de Segurança Digital. A integração curricular e transversalidade das temáticas Módulo 4:Desenvolvimento de projetos de Cibersegurança e de proteção de dados na escola (5 horas - 3horassíncronas+2horas assíncronas) Análise de projetos existentes no âmbito da Cibersegurança e de proteção de dados Conceção de projetos adequados à realidade da comunidade educativa de cada formando Módulo 5: Avaliação e reflexão (5horas - 3 horas presenciais+2 assíncronas) Apresentação, partilha e reflexão sobre os resultados obtidos nas escolas, após implementação dos planos de intervenção desenvolvidos na oficina de formação.

Metodologias

Distribuição de horas Presencial 9, online síncrono 8, online assíncrono 8 Módulo 1: Proteção de dados em contexto escolar (4 horas – 3 horas presenciais + 1 hora assíncrona) Módulo 2: A Cibersegurança na Escola (3 horas – 2 horas síncronas + 1 hora assíncrona) Módulo 3: Iniciativas promotoras da Proteção de Dados e da Cibersegurança nas Escolas: (8 horas – 3 horas presenciais+ 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) Módulo 4: Desenvolvimento de projetos de Cibersegurança e de proteção de dados na escola (5 horas – 3 horassíncronas + 2 horas assíncronas) Módulo 5: Avaliação e reflexão (5 horas – 3 horas presenciais + 2 horas assíncronas)

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.

Modelo

Questionário online Relatório do formador

Bibliografia

Centro Nacional de Cibersegurança. Disponível em: https://www.cncs.gov.pt Comissão Nacional de Proteção de Dados. Disponível em: https://www.cnpd.pt SeguraNet – Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.pt Rede europeia de Centros Internet Segura – Insafe. Disponível em: https://youth.betterinternetforkids.eu/web/portal/home Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência. Disponível em: https://www.dgeec.mec.pt/np4/home



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216

Aprendizagens Essenciais de Matemática A para o Ensino Secundário

Oficina

 

50.0 horas

 

b-learning

 

Professores do grupo de recrutamento 500

S. Pedro do Sul

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, foramhomologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática B e Matemáticado Ensino Profissional) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) ...
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Ref. 136T10.1_AEMat_Sec Inscrições abertas até 22-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-118075/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 22-03-2023

Fim: 05-07-2023

Regime: b-learning

Local: S. Pedro do Sul

Formador

Arlete dos Anjos Ferreira Ribeiro

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 500

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 500.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Castro Daire/Lafões

Razões

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, foramhomologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática B e Matemáticado Ensino Profissional) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2024/2025, no que respeita ao 10.º ano de escolaridade; b) 2025/2026, no que respeita ao 11.º ano de escolaridade; c) 2026/2027, no que respeita ao 12.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 500, para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática do Ensino Secundário procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática A), destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.

Objetivos

- Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o EnsinoSecundário (Matemática A), as suas finalidades e as consequências para o ensino da Matemática; - Estar dotados com o conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelasnovas AE de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática A); - Ser capazes de refletir sobre os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática A).

Conteúdos

- Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Secundário expressas nas novas AE - Ideias inovadoras do Currículo: . Matemática para a Cidadania; Pensamento Computacional; Diversificação de temas no currículo; Matemática para todos. - Ideias-Chave das Aprendizagens Essenciais: . Resolução de problemas, modelação e conexões; Raciocínio dedutivo e lógica matemática; Recurso sistemático à tecnologia; Tarefas e recursos educativos; Práticas enriquecedoras e criatividade; Organização do trabalho dos alunos; Comunicação matemática; Avaliação para a aprendizagem - Operacionalização das Aprendizagens Essenciais. - Exploração de ideias e conceitos, integrando a tecnologia como alavanca para a compreensão e resolução de problemas: . Abordagem exploratória de ideias e conceitos matemáticos; . Integração da tecnologia na experimentação, visualização, representação, simulação, interatividade, bem como no cálculo numérico e simbólico; . Recurso à folha de cálculo, a ambientes de geometria dinâmica, a aplicativos digitais diversos, a simulações, a smartphones, à calculadora gráfica e aos sensores, bem como a outros equipamentos e materiais; . Desenvolvimento do pensamento computacional com recurso a atividades de programação integradas na resolução de problemas. - Preparação, apresentação e discussão dos trabalhos e avaliação do curso de formação.

Metodologias

Presencial A oficina terá sessões centradas na análise e apropriação dos documentos curriculares, nomeadamente nas orientações curriculares, nas ideias inovadoras, nasideias-chave e na exploração de conceitos integrando a tecnologia como alavanca para a compreensão e resolução de problemas. No final da oficina os formandos realizarão a preparação, apresentação e discussão dos trabalhos realizados, que deverão enfatizar a reflexão sobre o seu papel na implementação do currículo. Nesta altura também será realizada a avaliação da oficina. Durante a formação o trabalho deve contemplar a complementaridade entre momentos de trabalho em pequenos grupos e apresentações e discussões no grande grupo. Trabalho autónomo De forma intercalada será desenvolvido trabalho autónomo pelos formandos, com a leitura das AE e de textos disponibilizados, com a planificação, concretização e reflexão da intervenção na prática, preparação da apresentação, em pequenos grupos, dessa intervenção e elaboração de um trabalho final individual.

Avaliação

Tem por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões síncronas, a elaboração e reflexão sobre tarefas para os alunos, e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá ser uma reflexão escrita individual sobre a formação, as aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, e a sua participação na formação.

Modelo

Questionário online Relatório do formador

Bibliografia

Revista dedicada ao Pensamento Computacional: Educação e Matemática, 162 Veloso, E. (1998). Geometria: Temas Actuais: materiais para professores. Lisboa: IIE. Graça Martins, M. E. & Cerveira, A. (1998). Introdução às Probabilidades e à Estatística. Universidade Aberta. Amado, N. & Carreira, S. (2019). Trabalho de Projeto. Obtido de: http://hdl.handle.net/10400.1/15482 Teixeira, P., Precatado, A., Albuquerque, C., Antunes, C., & Nápoles, S. (1997). Funções - 10º ano. Lisboa: Ministério da Educação



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222

Aprendizagens Essenciais de Matemática B e Profissional para o Ensino Secundário

Oficina

 

50.0 horas

 

b-learning

 

Professores do grupo de recrutamento 500

Viseu

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, foramhomologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática B e Matemáticado Ensino Profissional) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) ...
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Ref. 135Externa Inscrições abertas até 22-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-118076/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 23-03-2023

Fim: 03-07-2023

Regime: b-learning

Local: Viseu

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 500

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 500.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Castro Daire/Lafões

Razões

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, foramhomologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática B e Matemáticado Ensino Profissional) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2024/2025, no que respeita ao 10.º ano de escolaridade; b) 2025/2026, no que respeita ao 11.º ano de escolaridade; c) 2026/2027, no que respeita ao 12.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 500, para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática do Ensino Secundário procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática B e Matemática do Ensino Profissional), destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.

Objetivos

- Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o EnsinoSecundário (Matemática B e Matemática do Ensino Profissional), as suas finalidades e as consequências para o ensinoda Matemática; - Estar dotados com o conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelasnovas AE de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática B e Matemática do Ensino Profissional); - Ser capazes de refletir sobre os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática B e Matemática do Ensino Profissional).

Conteúdos

- Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Secundário expressas nas novas AE - Ideias inovadoras do Currículo: . Matemática para a Cidadania; Pensamento Computacional; Diversificação de temas no currículo; Matemática para todos - Os novos módulos e o seu racional: Introdução à Inferência Estatística; Geometria sintética; Matemática e arte; Distâncias inacessíveis; Álgebra de Boole; Modelos de grafos; Matemática financeira e fiscal; Matemática comercial; Matemática laboral; Biomatemática; Criptografia. - Operacionalização das Aprendizagens Essenciais. - Exploração de ideias e conceitos, integrando a tecnologia como alavanca para a compreensão e resolução de problemas: . Abordagem exploratória de ideias e conceitos matemáticos; . Integração da tecnologia na experimentação, visualização, representação, simulação, interatividade, bem como no cálculo numérico e simbólico; . Recurso à folha de cálculo, a ambientes de geometria dinâmica, a aplicativos digitais diversos, a simulações, a smartphones, à calculadora gráfica e aos sensores, bem como a outros equipamentos e materiais; . Desenvolvimento do pensamento computacional com recurso a atividades de programação integradas na resolução de problemas. - Preparação, apresentação e discussão dos trabalhos e avaliação do curso de formação.

Metodologias

Presencial A oficina terá sessões centradas na análise e apropriação dos documentos curriculares, nomeadamente nas orientações curriculares, nas ideias inovadoras, nasideias-chave e na exploração de conceitos integrando a tecnologia como alavanca para a compreensão e resolução de problemas. No final da oficina os formandos realizarão a preparação, apresentação e discussão dos trabalhos realizados, que deverão enfatizar a reflexão sobre o seu papel na implementação do currículo. Nesta altura também será realizada a avaliação da oficina. Durante a formação o trabalho deve contemplar a complementaridade entre momentos de trabalho em pequenos grupos e apresentações e discussões no grande grupo Trabalho autónomo De forma intercalada será desenvolvido trabalho autónomo pelos formandos, com a leitura das AE e de textos disponibilizados, com a planificação, concretização e reflexão da intervenção na prática, preparação da apresentação, em pequenos grupos, dessa intervenção e elaboração de um trabalho final individual.

Avaliação

tem por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões síncronas, a elaboração e reflexão sobre tarefas para os alunos, e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá ser uma reflexão escrita individual sobre a formação, as aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, e a sua participação na formação.

Modelo

Questionário online Relatório do formador

Bibliografia

Revista dedicada ao Pensamento Computacional: Educação e Matemática, 162 Veloso, E. (1998). Geometria: Temas Actuais: materiais para professores. Lisboa: IIE. Graça Martins, M. E. & Cerveira, A. (1998). Introdução às Probabilidades e à Estatística. Universidade Aberta. Amado, N. & Carreira, S. (2019). Trabalho de Projeto. Obtido de: http://hdl.handle.net/10400.1/15482 Teixeira, P., Precatado, A., Albuquerque, C., Antunes, C., & Nápoles, S. (1997). Funções - 10º ano. Lisboa: Ministério da Educação



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